Segunda-feira, Maio 08, 2006
Inacreditável
Foi absolutamente fantástico, não sei se foi a festa do ano mas foi concerteza uma das noites mais divertidas do século!!!!
Esperem uns meses e terão mais surpresas...
Obrigado a todos
Nós
Esperem uns meses e terão mais surpresas...
Obrigado a todos
Nós
Sexta-feira, Maio 05, 2006
Terça-feira, Maio 02, 2006
Sexta-feira, Abril 28, 2006
Há fogo no Tejo!
Vamos juntar amigos e amigos de amigos, num barco à deriva pelo Tejo, com muitos copos, jantar e um grande som.
Uma noite única, a bordo do Leão Holandês, para assistir ao maior espectáculo de fogo-de-artifício realizado em Lisboa – será mesmo? Vamos confirmar.
O barco só pode levar 70 pessoas, por isso liga-nos até quarta-feira a reservar o teu lugar:
Jantar
Bar aberto
Fogo-de-artifício
A noite continua na festa de inauguração das noites de sexta do W, em Alcântara.
Conctatem-nos
Gonçalo
Manel
Jorge
Foca
Uma noite única, a bordo do Leão Holandês, para assistir ao maior espectáculo de fogo-de-artifício realizado em Lisboa – será mesmo? Vamos confirmar.
O barco só pode levar 70 pessoas, por isso liga-nos até quarta-feira a reservar o teu lugar:
Jantar
Bar aberto
Fogo-de-artifício
A noite continua na festa de inauguração das noites de sexta do W, em Alcântara.
Conctatem-nos
Gonçalo
Manel
Jorge
Foca
Quarta-feira, Abril 26, 2006
Festa?!?!?!?
Ouvi falar de uma festa... uma grande festa... a festa do ano?!!! Tejo? Gente gira? Noite? Fogo?
6ª feira? Próxima semana? Quem organiza? Quatro (4) bons amigos.... Estejam atentas (os)
6ª feira? Próxima semana? Quem organiza? Quatro (4) bons amigos.... Estejam atentas (os)
Bate-fundo, bateu lá no fundo!
Sabe mal, cheira mal, tresanda a porcaria. O pontapé na bola bateu no fundo, a assembleia da nação também - o bate-fundo é do jornalismo. Não é novo mas chegou aos limites. O jornalismo envergonha quem o recebe e quem o faz – andamos todos envergonhados, estamos todos enganados.
Andamos a encher a opinião pública de coisas pequenas, de "fait-divers" transformados em assuntos de 1ª página, em aberturas de telejornais e noticiários de rádio. Que porcaria! Que dualidade de critérios no tratamento da informação, que interesses abastados, que necessidade de sobrevivência à custa das regras do tão propalado código deontológico...
O Presidente fala à Nação, o que é que se destaca? O pacto social? A redução do déficit? As medidas urgentes a tomar para dar à maioria dos idosos mais de 60 contos por mês? Ou o cravo que falta na lapela de Cavaco? Hum...O cravo que não está na lapela de Cavaco! A política vai por aí... Vamos ao futebol...
A bola bate-fundo! Quem faz o espectáculo do futebol? Eu respondo – os jogadores e os espectadores! O que é que nós lhes damos? O diz que disse dos dirigentes, as bebedeiras dos dirigentes que dizem e que depois não dizem, os cânticos de SLB SLB........... dos jogadores do Porto, a protecção a interesses instalados e jornalistas transformados em contadores de histórias para fazer adormecer alguns assuntos, desviar atenções, em troca de um qualquer jantar ou recibo verde (?prestação de serviços?).... serviços prestados dentro do bom nome do propalado código deontológico!
São exemplos, poucos exemplos. O que é que nos resta, a nós que somos mais novos? Mudar, ir contra o que está instituído (tenho a sorte de trabalhar num sítio onde não me obrigam a escrever o que não quero). E ao leitor, espectador ou ouvinte mais atento? Fazer a escolha, estar atento, perceber o que é notícia e o que é recado, o que é verdade e o que cheira a mentira.
No meio disto tudo ainda há um sindicato que recebe 1% do vencimento nos que nele são filiados e que destingue jornalistas de jornalista especializados no desporto. Esse sindicato tem um presidente que condena os envelopes, as estórias de tio Alberto mas que se esquece de condenar aqueles que dão porrada (fisica) aos colegas que trabalham numa qualquer Assembleia de um clube de futebol. Esse presidente cumprimentou-me uma vez – para me pedir um voto!
Tenham cuidado que eles andam por aí...
Bate-fundo, bateu lá no fundo!
Andamos a encher a opinião pública de coisas pequenas, de "fait-divers" transformados em assuntos de 1ª página, em aberturas de telejornais e noticiários de rádio. Que porcaria! Que dualidade de critérios no tratamento da informação, que interesses abastados, que necessidade de sobrevivência à custa das regras do tão propalado código deontológico...
O Presidente fala à Nação, o que é que se destaca? O pacto social? A redução do déficit? As medidas urgentes a tomar para dar à maioria dos idosos mais de 60 contos por mês? Ou o cravo que falta na lapela de Cavaco? Hum...O cravo que não está na lapela de Cavaco! A política vai por aí... Vamos ao futebol...
A bola bate-fundo! Quem faz o espectáculo do futebol? Eu respondo – os jogadores e os espectadores! O que é que nós lhes damos? O diz que disse dos dirigentes, as bebedeiras dos dirigentes que dizem e que depois não dizem, os cânticos de SLB SLB........... dos jogadores do Porto, a protecção a interesses instalados e jornalistas transformados em contadores de histórias para fazer adormecer alguns assuntos, desviar atenções, em troca de um qualquer jantar ou recibo verde (?prestação de serviços?).... serviços prestados dentro do bom nome do propalado código deontológico!
São exemplos, poucos exemplos. O que é que nos resta, a nós que somos mais novos? Mudar, ir contra o que está instituído (tenho a sorte de trabalhar num sítio onde não me obrigam a escrever o que não quero). E ao leitor, espectador ou ouvinte mais atento? Fazer a escolha, estar atento, perceber o que é notícia e o que é recado, o que é verdade e o que cheira a mentira.
No meio disto tudo ainda há um sindicato que recebe 1% do vencimento nos que nele são filiados e que destingue jornalistas de jornalista especializados no desporto. Esse sindicato tem um presidente que condena os envelopes, as estórias de tio Alberto mas que se esquece de condenar aqueles que dão porrada (fisica) aos colegas que trabalham numa qualquer Assembleia de um clube de futebol. Esse presidente cumprimentou-me uma vez – para me pedir um voto!
Tenham cuidado que eles andam por aí...
Bate-fundo, bateu lá no fundo!
Quarta-feira, Abril 19, 2006
Frida Kahlo
É uma das melhores artistas plásticas do século passado. Tem uma história de vida verdadeiramente chocante, a obra que deixou não deixa de o ser, mas é sem dúvida uma "figura" que entusiasma. Parte da sua obra esteve recentemente no CCB e um destes dias passou na RTP o filme com as peripécias de uma vida angustiante...
Frida Nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que havia nascido em 1910. A sua vida foi marcada por grandes tragédias; aos seis anos contraiu poliomelite, o que à deixou coxa. Já tinha superado essa deficiência quando o autocarro que a levava à escola chocou contra uma parede. Sofreu múltiplas fracturas e uma barra de ferro atravessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa a uma cama.
Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima da sua cama. Frida sempre se pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". As suas angustias, as suas vivências, os seus medos e principalmente o seu amor pelo marido Diego Rivera(um revolucionário comunista.
A sua vida com o marido sempre foi bastante tumultuada. Diego tinha muitas amantes e Frida não ficava atrás, compensava as traições do marido com amantes de ambos os sexos. A maior dor de Frida foi a impossibilidade de ter filhos (embora tenha engravidado mais de uma vez, as sequelas do acidente impossibilitaram-na de levar uma gravidez até ao fim), o que ficou claro em muitos dos seus quadros.
Os seus quadros refletiam o momento pelo qual passava e, embora fossem bastante "fortes", não eram surrealistas: "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei a minha realidade". Frida contraiu uma pneumonia e morreu em 1954 de embolia pulmonar, mas no seu diário a última frase causa dúvidas: "Espero alegremente a saída - e espero nunca mais voltar - Frida".
Frida Nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que havia nascido em 1910. A sua vida foi marcada por grandes tragédias; aos seis anos contraiu poliomelite, o que à deixou coxa. Já tinha superado essa deficiência quando o autocarro que a levava à escola chocou contra uma parede. Sofreu múltiplas fracturas e uma barra de ferro atravessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa a uma cama.
Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima da sua cama. Frida sempre se pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". As suas angustias, as suas vivências, os seus medos e principalmente o seu amor pelo marido Diego Rivera(um revolucionário comunista.
A sua vida com o marido sempre foi bastante tumultuada. Diego tinha muitas amantes e Frida não ficava atrás, compensava as traições do marido com amantes de ambos os sexos. A maior dor de Frida foi a impossibilidade de ter filhos (embora tenha engravidado mais de uma vez, as sequelas do acidente impossibilitaram-na de levar uma gravidez até ao fim), o que ficou claro em muitos dos seus quadros.
Os seus quadros refletiam o momento pelo qual passava e, embora fossem bastante "fortes", não eram surrealistas: "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei a minha realidade". Frida contraiu uma pneumonia e morreu em 1954 de embolia pulmonar, mas no seu diário a última frase causa dúvidas: "Espero alegremente a saída - e espero nunca mais voltar - Frida".
o benfica, por Miguel E. Cardoso
É por não gostar de futebol que sou do Benfica. Tal como compreendo como é que há portugueses que conseguem ser de outros clubes.
O Sporting, o Porto podem jogar bem, e o Belenenses e a Académica podem calhar bem em sociedade, mas só o Benfica, como o próprio nome indica, é o próprio Bem. Que fica.
Só o Benfica pode jogar mal sem que daí lhe advenha algum mal. Basta olhar para os jogadores para ver que sabem que são os maiores, que não precisam de esforçar-se muito, porque são intrínseca e moralmente a maior equipa do mundo inteiro. Ninguém sabe. Mas sente-se. Quando perdem, não se indignam, não desesperam.
Eusébio só chorou quando jogou por Portugal. Quem joga no Benfica tem o privilégio e o condão de estar sempre a sorrir.
Não conseguem resistir. O Benfica, a bom ver,nem sequer é uma equipa defutebol. É um nome. É como dizem os brasileiros, uma "griffe". Têm uma cor. Antes de entrar em campo, já têm um mito em jogo, já estão a ganhar por 3-0, graças só à reputação. Quando o Benfica perde, parece sempre que quis perder.
Essa é a força inigualável do Sport Lisboa e Benfica - faz sempre o que lhe apetece. O problema é que lhe apetece frequentemente, perder.
Qual é o segredo do Benfica ? São os benfiquistas. São do Benfica como são filhos de quem são. Ninguém "escolhe" o Benfica , como ninguém escolhe a Mãe ou o Pai. Em geral, aliás, os benfiquistas odeiam o Benfica e lamentam-no no estádio e em casa, mas pertencem-lhe.
>Quanto mais pertencemos a uma entidade superior, seja a Família, a Pátria, Deus - ou o Benfica , mais direito, temos de criticá-la e blasfesmá-la.
Não há alternativa.
Em contrapartida, os sportinguistas e portistas parecem genuinamente convencidos que apoiam as equipas deles porque são as mais dignas ou as melhores.
Desgraçados!
Se fossem coerentes, seriam todos adeptos do REAL MADRID, AC MILAN, etc,etc.
No Benfica , não se exige qualquer lealdade. Só se pede, em relação aos adeptos de outros clubes, caridade e comiseração. O Sporting, por exemplo, tem a mania e a pretensão de ser "rival" do Benfica , um pouco como o PSN se julga crítico parlamentar do PSD. Mas, se se tirasse o Benfica ao Sporting, o Sporting deixaria de existir.
O Benfica é um grande clube porque tem história e talento suficientes para não dar importância aos resultados. Tem uma tradição de "nonchalance" e de pura indiferença que não tem igual nos grandes clubes europeus.
O Benfica não joga - digna-se jogar.
Não joga para vencer - vence por jogar.
Odeio futebol. Mas amo o Benfica.
As opiniões de quem gosta de futebol são suspeitas.
Claro que os sábios são do Benfica . Mas a força deste grande clube está nos milhões que são benfiquistas apesar do Benfica , apesar do futebol, e apesar deles próprios. Em contrapartida, aposto que a totalidade de pessoas que são do Sporting ou do Porto, por infortúnio pessoal ou deficiência psicológica, são sócios.
A força do Benfica, meus amigos, está em quem não paga as quotas, que não vai a jogos, quem não sabe o nome dos avançados - isto é, no resto do mundo.
O Benfica, é o Benfica.
E o que tem de ser - e é - tem muita força.
Miguel Esteves Cardoso
O Sporting, o Porto podem jogar bem, e o Belenenses e a Académica podem calhar bem em sociedade, mas só o Benfica, como o próprio nome indica, é o próprio Bem. Que fica.
Só o Benfica pode jogar mal sem que daí lhe advenha algum mal. Basta olhar para os jogadores para ver que sabem que são os maiores, que não precisam de esforçar-se muito, porque são intrínseca e moralmente a maior equipa do mundo inteiro. Ninguém sabe. Mas sente-se. Quando perdem, não se indignam, não desesperam.
Eusébio só chorou quando jogou por Portugal. Quem joga no Benfica tem o privilégio e o condão de estar sempre a sorrir.
Não conseguem resistir. O Benfica, a bom ver,nem sequer é uma equipa defutebol. É um nome. É como dizem os brasileiros, uma "griffe". Têm uma cor. Antes de entrar em campo, já têm um mito em jogo, já estão a ganhar por 3-0, graças só à reputação. Quando o Benfica perde, parece sempre que quis perder.
Essa é a força inigualável do Sport Lisboa e Benfica - faz sempre o que lhe apetece. O problema é que lhe apetece frequentemente, perder.
Qual é o segredo do Benfica ? São os benfiquistas. São do Benfica como são filhos de quem são. Ninguém "escolhe" o Benfica , como ninguém escolhe a Mãe ou o Pai. Em geral, aliás, os benfiquistas odeiam o Benfica e lamentam-no no estádio e em casa, mas pertencem-lhe.
>Quanto mais pertencemos a uma entidade superior, seja a Família, a Pátria, Deus - ou o Benfica , mais direito, temos de criticá-la e blasfesmá-la.
Não há alternativa.
Em contrapartida, os sportinguistas e portistas parecem genuinamente convencidos que apoiam as equipas deles porque são as mais dignas ou as melhores.
Desgraçados!
Se fossem coerentes, seriam todos adeptos do REAL MADRID, AC MILAN, etc,etc.
No Benfica , não se exige qualquer lealdade. Só se pede, em relação aos adeptos de outros clubes, caridade e comiseração. O Sporting, por exemplo, tem a mania e a pretensão de ser "rival" do Benfica , um pouco como o PSN se julga crítico parlamentar do PSD. Mas, se se tirasse o Benfica ao Sporting, o Sporting deixaria de existir.
O Benfica é um grande clube porque tem história e talento suficientes para não dar importância aos resultados. Tem uma tradição de "nonchalance" e de pura indiferença que não tem igual nos grandes clubes europeus.
O Benfica não joga - digna-se jogar.
Não joga para vencer - vence por jogar.
Odeio futebol. Mas amo o Benfica.
As opiniões de quem gosta de futebol são suspeitas.
Claro que os sábios são do Benfica . Mas a força deste grande clube está nos milhões que são benfiquistas apesar do Benfica , apesar do futebol, e apesar deles próprios. Em contrapartida, aposto que a totalidade de pessoas que são do Sporting ou do Porto, por infortúnio pessoal ou deficiência psicológica, são sócios.
A força do Benfica, meus amigos, está em quem não paga as quotas, que não vai a jogos, quem não sabe o nome dos avançados - isto é, no resto do mundo.
O Benfica, é o Benfica.
E o que tem de ser - e é - tem muita força.
Miguel Esteves Cardoso
PERVERSOS de David Mamet
Vão ver que vale a pena...
É um projecto teatral dirigido por Marcantónio Del- Carlo adaptado do original “ Sexual Perversity in Chicago” de David Mamet, com Bruno Simões, Joana Seixas, Patrícia Bull e Sérgio Praia.
A peça segue o caso amoroso do bancário Danny (Daniel) e da publicitária Debby (Débora), desde o primeiro encontro até ao final da relação. Eles até poderiam ter sucesso no seu relacionamento, não fosse a escolha dos seus confidentes, Bernard (Bernardo) e Joan (Joana). Bernard não quer perder o amigo dos copos e Joan tem medo que a amiga se case e deixe de sair com ela. Vão por isso fazer tudo para que a relação entre Danny e Debby se transforme numa constante trapalhada cheia de equívocos divertidos e histórias mal contadas.
Tudo com muito humor e bem ao estilo cinematográfico das comedias românticas.
Lisboa-Auditório Camões-13.Abril a 14.Maio
De Quinta a Sábado às 21h45
Bilhetes:€15
Infoline: 225 089 601
É um projecto teatral dirigido por Marcantónio Del- Carlo adaptado do original “ Sexual Perversity in Chicago” de David Mamet, com Bruno Simões, Joana Seixas, Patrícia Bull e Sérgio Praia.
A peça segue o caso amoroso do bancário Danny (Daniel) e da publicitária Debby (Débora), desde o primeiro encontro até ao final da relação. Eles até poderiam ter sucesso no seu relacionamento, não fosse a escolha dos seus confidentes, Bernard (Bernardo) e Joan (Joana). Bernard não quer perder o amigo dos copos e Joan tem medo que a amiga se case e deixe de sair com ela. Vão por isso fazer tudo para que a relação entre Danny e Debby se transforme numa constante trapalhada cheia de equívocos divertidos e histórias mal contadas.
Tudo com muito humor e bem ao estilo cinematográfico das comedias românticas.
Lisboa-Auditório Camões-13.Abril a 14.Maio
De Quinta a Sábado às 21h45
Bilhetes:€15
Infoline: 225 089 601
"Mais Estórias da música"
O Grande, o Enorme, Luís Filipe Barros lança na próxima 5ª feira, dia 21 de Abril, o livro "Mais estórias da música. É hilariante, é fantástico! Ele privou, entrevistou estrelas e estrelas da música mundial. Organizou concertos, fez rádio ao vivo de discotecas, partiu corações a metade do mulherio da geração 60/70. É um dos fundadores da Antena3 e tem um passado quase sem precedentes na história da rádio em Portugal, é um dos "Reis da Rádio".
Na 5ª feira apresenta o livro, junta uns amigos e ainda vai à cabine passar uns discos.
Como ele fez questão de dizer à frente dos que não gosta:"os convites são só prós amigos".
Meu caro:Lá estarei, és o MAIOR!!!!
Abraço
Na 5ª feira apresenta o livro, junta uns amigos e ainda vai à cabine passar uns discos.
Como ele fez questão de dizer à frente dos que não gosta:"os convites são só prós amigos".
Meu caro:Lá estarei, és o MAIOR!!!!
Abraço
Segunda-feira, Fevereiro 13, 2006
Lisbon revisited
É do Fernando Pessoa, chama-se "Lisbon revisited" e parece que foi escrito HOJE:
"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhámos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do
companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que
trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar
cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo....
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
"Quem são aquelas pessoas?"
Diremos...que eram nossos amigos e...... isso vai doer tanto!
-"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente......
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes
daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a
viver a sua vida, isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes
que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a
causa de grandes tempestades....
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos
os meus amigos!"
Fernando Pessoa
"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhámos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim... do
companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que
trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar
cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo....
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
"Quem são aquelas pessoas?"
Diremos...que eram nossos amigos e...... isso vai doer tanto!
-"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente......
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes
daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a
viver a sua vida, isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes
que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a
causa de grandes tempestades....
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos
os meus amigos!"
Fernando Pessoa
Sexta-feira, Outubro 07, 2005
Amor puro
Olá, estou de volta.
O Miguel Esteves Cardoso também está de volta e em grande. Vale a pena ler, VIVÓ AMOR PURO E DURO (digo eu, não sei)!!!
"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas.
Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la.
Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha.
O que for incompreensível não é mesmo para se perceber.
Não é por falta de clareza. Serei muito claro.
Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.
O que quero é fazer o elogio do amor puro.
Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade.
Já ninguém quer viver um amor impossível.
Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.
Porque se dão bem e não se chateiam muito.
Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa.
Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado.
Os amantes tornaram-se sócios.
Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem.
A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível.
O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.
Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona?
Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha.
Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso.
Odeio os novos casalinhos.
Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores.
O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes.
Tanto pode como não pode. Tanto faz.
É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor.
A "vidinha" é uma convivência assassina.
O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino.
O amor puro é uma condição.
Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não é para perceber.
O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma.
É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade.
É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida.
A vida que se lixe.
Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre.
Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente.
O coração guarda o que se nos escapa das mãos.
E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber.
É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder.
Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra.
A vida dura a Vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira.
E valê-la também."
MEC
Eu disse-vos que valia a pena... vale a pena AMAR!!!
O Miguel Esteves Cardoso também está de volta e em grande. Vale a pena ler, VIVÓ AMOR PURO E DURO (digo eu, não sei)!!!
"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas.
Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la.
Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha.
O que for incompreensível não é mesmo para se perceber.
Não é por falta de clareza. Serei muito claro.
Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.
O que quero é fazer o elogio do amor puro.
Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade.
Já ninguém quer viver um amor impossível.
Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.
Porque se dão bem e não se chateiam muito.
Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa.
Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado.
Os amantes tornaram-se sócios.
Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem.
A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível.
O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.
Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona?
Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha.
Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso.
Odeio os novos casalinhos.
Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores.
O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes.
Tanto pode como não pode. Tanto faz.
É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor.
A "vidinha" é uma convivência assassina.
O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino.
O amor puro é uma condição.
Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não é para perceber.
O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma.
É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade.
É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida.
A vida que se lixe.
Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre.
Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente.
O coração guarda o que se nos escapa das mãos.
E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber.
É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder.
Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra.
A vida dura a Vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira.
E valê-la também."
MEC
Eu disse-vos que valia a pena... vale a pena AMAR!!!
Sexta-feira, Março 11, 2005
Convites!
Há coisas originais, há bom gosto e há o que lhes passo a contar:
Trago à blogosfera dois convites para duas festas em duas discotecas bem diferentes - uma na margem sul, o "Club Inloco", a outra é a "Fama".
O Club Inloco é o sítio da moda no Montijo, não conheço, nunca lá fui mas um dia destes no Bairro Alto duas meninas bem vestidas presentearam-me com um convite para uma festa, o texto é o seguinte:
"Sábado, dia 12 de fevereiro de 2005, (22h00) o Club Inloco convida-o para a sua festa do 2º aniversário.
BAR ABERTO A CHAMPAGNE, JANTAR MEDIANTE MARCAÇÃO, REPORTAGEM TELEVISIVA + NOITE."
Reportagem televisiva + noite???? Não comento....
Agora a FAMA, festa de inauguração, convite via correio:
1 CONVITE PARA A FAMA
"BAR ABERTO... No dia 3 de Fevereiro deixe-se contagiar pela FAMA... Fama é... Conseguir entrar na portaria das Gémeas Esteves Cardoso, entrar, dar de caras com o bar de Francisco Mendes, beber um copo... E dançar com as celebridades convidadas ao som de Mandonna, do robbie Williams ou até das Doce. Venha pisar o nosso tapete vermelho."
O tapete até dou de barato, as gémeas não me fazem mal nenhum, agora a Madonna, o robbie e as DOCE... as DOCE???
Já lá estive umas vezes, o ambiente até é simpático mas a juntar às DOCE... sim às DOCE... juntem-lhe os Excesso, os Abba, os D´arrasar, as não sei quantas e mais alguns brilhantes géneros musicais! O mais grave é que a malta não se pode encoStar, ou dança ou então passa ao lado da noite e dos magnificos rostos femininos que sorriem por todo o lado.
Beijo e abraços
Adoro-vos
P.S: Quem quiser comentar mande por mail que depois publico.
Trago à blogosfera dois convites para duas festas em duas discotecas bem diferentes - uma na margem sul, o "Club Inloco", a outra é a "Fama".
O Club Inloco é o sítio da moda no Montijo, não conheço, nunca lá fui mas um dia destes no Bairro Alto duas meninas bem vestidas presentearam-me com um convite para uma festa, o texto é o seguinte:
"Sábado, dia 12 de fevereiro de 2005, (22h00) o Club Inloco convida-o para a sua festa do 2º aniversário.
BAR ABERTO A CHAMPAGNE, JANTAR MEDIANTE MARCAÇÃO, REPORTAGEM TELEVISIVA + NOITE."
Reportagem televisiva + noite???? Não comento....
Agora a FAMA, festa de inauguração, convite via correio:
1 CONVITE PARA A FAMA
"BAR ABERTO... No dia 3 de Fevereiro deixe-se contagiar pela FAMA... Fama é... Conseguir entrar na portaria das Gémeas Esteves Cardoso, entrar, dar de caras com o bar de Francisco Mendes, beber um copo... E dançar com as celebridades convidadas ao som de Mandonna, do robbie Williams ou até das Doce. Venha pisar o nosso tapete vermelho."
O tapete até dou de barato, as gémeas não me fazem mal nenhum, agora a Madonna, o robbie e as DOCE... as DOCE???
Já lá estive umas vezes, o ambiente até é simpático mas a juntar às DOCE... sim às DOCE... juntem-lhe os Excesso, os Abba, os D´arrasar, as não sei quantas e mais alguns brilhantes géneros musicais! O mais grave é que a malta não se pode encoStar, ou dança ou então passa ao lado da noite e dos magnificos rostos femininos que sorriem por todo o lado.
Beijo e abraços
Adoro-vos
P.S: Quem quiser comentar mande por mail que depois publico.
Terça-feira, Março 08, 2005
Tributo às mulheres
Não sei sinceramente o que é o dia da mulher...mas fica aqui marcado.
As meninas não precisam deste dia para festejar, são tão importantes ou mais que nós, fazem tudo por nós, fazem tudo para nos agradar: elas vão ao ginásio (acordam às 6 da manhã), elas fazem dietas, elas cuidam dos meninos quando eles estão doentes, elas fazem miminhos para superar as crises ou um dia menos positivo, elas fazem a canja de galinha para curar a ressaca, elas fazem tratamento de emagrecimento, elas vão à meso-terapia, elas lavam-nos a loiça quando já chega ao tecto, elas até já têm aulas de dança para peder uns kilinhos.... elas são o nosso sustento, a nossa força e alegria de viver, é POR VOCÊS QUE NÒS CORREMOS!
Obrigado
As meninas não precisam deste dia para festejar, são tão importantes ou mais que nós, fazem tudo por nós, fazem tudo para nos agradar: elas vão ao ginásio (acordam às 6 da manhã), elas fazem dietas, elas cuidam dos meninos quando eles estão doentes, elas fazem miminhos para superar as crises ou um dia menos positivo, elas fazem a canja de galinha para curar a ressaca, elas fazem tratamento de emagrecimento, elas vão à meso-terapia, elas lavam-nos a loiça quando já chega ao tecto, elas até já têm aulas de dança para peder uns kilinhos.... elas são o nosso sustento, a nossa força e alegria de viver, é POR VOCÊS QUE NÒS CORREMOS!
Obrigado







